quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Antes eu tivesse ido de ônibus...

Acho que dessa vez bati o record de pessoas inesperadas nos meus sonhos. Ok, acho que não. Ter sonhado com o Dourado foi o record. Mas não vem ao caso, sei que dessa vez foi bastante inesperado, acho que cansei de figurinhas repetidas. hahaha

Fui liberada no CEFET umas nove horas e não estava afim de ir direto pra Niterói pra não fazer nada lá até às 13h para assistir minha aula de química, então, Henrique Santana me viu pelo corredores e me chamou pra assistir uns trabalhos da turma dele. Eu fui. Chegando na sala, que mais parecia uma sala do CEFET Maracanã, vi que o professor que estava lá na frente era o André de história, que em tese não tem nada a ver com o quarto ano de eletromecânica. Ele que estava avaliando os trabalhos. Antes de começarem a apresentar o Mathias, meu professor de cálculo entra na sala. Cutuco (?) o Henrique e digo: 'Olha, olha, meu professor de cálculo *-*' .
Ele entra na sala, senta lá na frente e presta atenção no trabalho do Paracambi e da Paula, que por sinal foi muito bom. Depois eu até fui lá parabenizá-los... Quem diria? Bem, no final só um grupo apresentou o trabalho. Já eram 11h.
Eu, muito inteligente, como deveria ir pra Niterói esperei o Mathias passar por mim para perguntá-lo se ele iria para a UFF, mas ele estava demorando muito, já eram 11h30min engoli toda a minha vergonha e perguntei para algum professor de matemática, se não me engano foi ao Marcelo, se ele já tinha ido embora e me respondeu que não. Fui atrás dele. Rodei a escola inteira e o achei. Já estava super atrasada. Cheguei nele e perguntei na cara de pau se ele podia me dar uma carona. Ele respondeu que sim, sem problemas, mas que tinha que resolver uns problemas antes e que não ia passar pela UFF, mas iria pra Niterói. Ok, esperei. Saimos do CEFET quase 12h, mas saímos.
Chegando em Niterói, ele desce do carro e pede pra eu descer também, quando olho ao meu redor, vejo um monte de gente com cadeira de rodas. Era uma passeata organizada por ele, onde pessoas não-cadeirantes andariam de cadeiras de rodas pelas ruas de Niterói em protesto à falta de recursos para cadeirantes. Fui 'obrigada' a andar de cadeira de rodas pelas ruas de Niterói segurando uns banners. hahahaha

Estranho que toda calçada por onde passo em Niterói tem rampa pra cadeirante, mas ok. É, foi meio retardado. Postei mais pelo fato de serem caras novas. Onde já se viu, nem vejo Paula e Paracambi pelo CEFET :P

Um comentário:

Carol Souza disse...

Demaisss! Me passa seu msn? Vamos ter contato menina bizarra =)